A prosperidade

Elisabete e Paulo vieram do Brasil para Portugal à procura de uma nova vida, mas chegando cá só encontraram dificuldades e viram o seu casamento chegar ao limite e à rutura. Saiba como conseguiram ultrapassar todos os problemas

Antes de chegar ao Centro de Ajuda, a minha vida era uma verdadeira dificuldade, no fundo do poço, praticamente! Tinha muito problemas financeiros, pois, o meu marido estava desempregado e eu trabalhava de porta em porta. Depois de pagar a renda de casa, faltava para comer. E só não faltava mesmo, porque a minha sogra nos ajudava. Sobrevivia graças a ela! Vivemos nessa situação durante mais de três anos”.

Nas mãos de Deus
“Mas o pior momento pelo qual passei foi no decorrer de uma Fogueira Santa de Israel. Estávamos a passar por imensas dificuldades e, nesse momento de grande aflição, era o tudo ou nada, ou Deus era ou Deus não era! E eu entrei. Exatamente nesse momento, os clientes começaram a aparecer e eu precisava mexer naquilo que era de Deus. Foi horrível! O meu marido na época não frequentava a Igreja e não entendia porque é que eu não mexia no dinheiro para pagar o gás, a renda…Dizia que eu estava louca! Foi uma luta muito difícil, inclusive, cheguei a falar para Deus: ‘ou o Senhor faz alguma coisa ou me mata’. Fiz o meu voto de sacrifício, com lágrimas e muito sofrimento. Mas foi uma decisão minha, pessoal e espontânea. Foi uma atitude de revolta! Quando desci do Altar, estava nas mãos de Deus. Inclusive, tinha vontade de me separar do meu marido e voltar para o Brasil, pois, aos meus olhos era o caminho mais fácil”.

A prosperidade
“Contudo, aos poucos e poucos, tudo foi mudando. As coisas foram somando! O meu marido conseguiu um emprego e, no prazo de dois a três meses, abri o meu negócio e fui prosperando. Hoje, tenho duas funcionárias, com vaga para mais uma, e isto é só o começo! Nesse período de tempo, já participava na reunião das ‘Conquistas Financeiras’. E, como costuma dizer o meu marido, estas são uma escola, onde, todas as semanas, aprendemos coisas novas, recebemos força e motivação, porque sem elas, neste tempo de crise, não conseguiríamos estar onde estamos! Participar nestas palestras é a base de tudo, sendo quase como que uma mola que nos move”.

ELISABETE HONORATO – COIMBRA