Bruno e Cristiane

casosreais_brunocristiane1“A nossa filha podia nascer com uma doença genética!”

Quando souberam que a sua filha poderia nascer com uma doença genética que afetaria o seu desenvolvimento, Bruno e Cristiane não aceitaram a situação.

“Eu era portadora de uma doença genética e quando soube que estava grávida, os médicos avisaram-me que teria que realizar o exame da amniocentese, para saber se ela seria portadora também dessa mesma doença que eu tinha ou não.

No entanto, já tinha tido um aborto numa outra gravidez, ao realizar esse exame e recusei fazê-lo”, conta Cristiane.
No decorrer da gravidez, foram realizadas várias ecografias, e tudo indicava que a bebé seria portadora da mesma doença genética da mãe.

“O médico dizia que a probabilidade da criança nascer com algum tipo de deficiência era muito grande”, acrescenta Cristiane.

Os frutos da Revolta

Todos os pais querem o melhor para os seus filhos. Ao perceberem que a sua bebé poderia nascer com algum tipo de deficiência, Cristiane e Bruno não ficaram de braços cruzados e usaram a sua Revolta para superar este problema.

casosreais_brunocristiane2“Saber que a nossa filha poderia nascer com alguma deficiência foi o ponto de partida para criar uma Revolta dentro de nós em não aceitar essa situação. Foi aí que decidimos participar da Fogueira Santa, determinando que a criança nasceria perfeita sem qualquer sequela”, partilha Bruno.

“Para surpresa dos médicos, a Miriam nasceu sem ser portadora da doença. O médico chegou a dizer que se a doença fosse infeciosa, iria afetar o cérebro e, consequentemente, todo o seu crescimento e a sua vida, mas ela não tinha qualquer sinal da doença”, diz Cristiane.

Alguns dias após o nascimento, começaram a surgir pequenas manchas na bebé, que os médicos disseram ser pequenas hemorragias internas. Contudo, poucos dias depois, não tinha qualquer marca ou mancha no corpo e os médicos deram-lhe alta.

“Vale a pena confiar o nosso problema nas mãos de Deus pois Ele é especialista em transformar o impossível em possível”, garante Bruno.