Eu acreditei

“Participo nas reuniões das ‘Conquistas Financeiras’, há um ano e três meses. Quando cheguei, estava desempregada há um ano e pouco.

Na altura, ia fazendo uns biscates, mas não era nada fixo e certo. Depois de começar a participar nesta reunião, o que mais me marcou foi quando o pastor pediu que levássemos o nosso material de trabalho.

Então, eu trouxe-o e foi ungido, logo, no outro dia, fui chamada para trabalhar, mas não estava satisfeita.

Pois, quando era mais nova, tive um cabeleireiro com sete funcionárias e fiz faculdade de administração de empresas, tal como o meu irmão, mas não conseguimos trabalho no Brasil.

Quando viemos para Portugal há uns anos atrás, comecei como estagiária no Banco do Brasil, mantendo sempre a minha actividade na área da estética. Já o meu irmão, que veio mais cedo para Portugal, dizia-me, muitas vezes, que teria que me sujeitar a qualquer trabalho para começar.

Mas eu já tinha tido uma empresa, tinha feito faculdade e era uma questão de honra, porque não queria qualquer coisa! Mesmo assim, ainda estive dois anos e meio a trabalhar como empregada doméstica. Mais tarde, deixei de trabalhar como doméstica e passei a trabalhar como esteticista. Sempre fui grande internamente, mas as coisas externas sufocavam-me, ao ponto de não acreditar no meu sucesso.

Conheci o Centro de Ajuda Espiritual através da rádio, entrei e comecei a participar nas reuniões das ‘Conquistas’. Nessa altura, estava desempregada e pedi num propósito que, até ao fim do ano, teria que trabalhar por conta própria. Nesse mesmo mês, recebi uma proposta para ficar com um cabeleireiro e, hoje, já tenho o meu negócio.

O meu marido que não me apoiava, hoje já o faz e é o meu grande companheiro em todas as minhas decisões. Hoje, ganho seis vezes mais do que ganhava na altura em que trabalhava para os outros, e não fico por aqui! Nada foi fácil e, durante muito tempo, lutei para encontrar soluções.

Encontrei muitas pessoas que me diziam que era impossível abrir o meu negócio, por causa da crise, mas eu dizia que para aquele que crê não existe crise”.

MÓNICA