Filomena Sapatinha

FilomenaFilomena tinha uma dívida junto do Banco de Portugal que julgava impossível de pagar. No entanto, quando decidiu sacrificar, teve uma agradável surpresa.

Cheguei ao Centro de Ajuda (CdA) há cerca de nove anos e a minha vida nessa altura estava num impasse. Estava divorciada há três anos e tinha uma grande dívida contraída, nessa altura, pelo meu ex-marido.

Trabalhava numa clínica, tinha uma empresa, mas ainda assim era impossível conseguir pagar a quantia toda que tinha em dívida. Praticamente todos os meses recebia cartas, tinha que ir a tribunal e recorrer a advogados…
Pouco tempo depois de começar a frequentar o CdA, houve uma Fogueira Santa e, depois de ouvir tudo aquilo que o pastor nos explicava sobre o que representava a Fogueira Santa, resolvi participar edaromeutudocom o objetivo de conseguir resolver aquela situação.
Pouco tempo depois, recebi um telefonema da minha advogada mas, desta vez, era para me dar uma boa notícia: o meu processo tinha sido todo arquivado! Nem quis acreditar! E tudo isto antes sequer de subir ao Altar e fazer o meu Sacrifício.

Nessa altura, a minha advogada disse-me que eu ainda poderia ter que pagar as custas do processo. Uns dias depois telefonou-me novamente a dizer que não tinha nada a pagar! Fiquei com o meu nome completamente limpo no Banco de Portugal. Vi, sem qualquer dúvida, a bênção chegar a mim através da Fogueira Santa e Deus a agir na minha vida”, conta Filomena.

Não se descuidar com Deus
“De lá para cá tem havido alguns altos e baixos na minha vida, mas eu também sei que não tenho feito as coisas do modo mais correto. No ano seguinte, a minha participação na Fogueira Santa foi mais relaxada e tenho a noção de que não fiz as coisas como deve ser. Por esse motivo, sei que tive uma espécie de chamada de atenção, como se fosse um alerta… perdi a minha empresa e a clínica na qual estava a trabalhar foi à falência. Fiquei sem trabalho e sem a minha empresa.
Tenho a certeza que isto são mesmo provas que Deus nos dá e que, quando nos descuidamos um pouco, Ele faz com que percebamos isso mesmo.

Agarrei-me novamente a Deus com todas as minhas forças e pouco tempo depois recomecei a trabalhar noutro sítio. Agora estou na perspetiva de conseguir abrir uma nova empresa e estou a lutar por isso!
Hoje sei que o segredo é fazer as coisas como devem ser feitas, porque se tentarmos fazê-las à nossa maneira e facilitarmos, não resulta”, garante.

Filomena Sapatinha, CdA Setúbal 2 (av. 22 de dezembro, no 96/98)