“Foi-me diagnosticado um tumor maligno”

CasoReal_MariaNunesO diagnóstico de uma doença que põe em risco a sua vida, pode ser um verdadeiro momento de desespero ou a altura em que opta por uma mudança de vida.

Diariamente, várias pessoas são diagnosticadas com doenças à partida incuráveis ou com pequenas hipóteses de cura. Perante situações destas, uns acreditam que a sua força de vontade é a única razão que os levará à cura, outros somente no desenvolvimento da ciência e outros ainda depositam a sua Fé em Deus. Contudo, normalmente, todos têm algo em comum, a Fé.

No caso de Maria, a sua Fé já não tinha qualquer fundamento e no seu estado não sabia o que fazer.

“Era uma pessoa muito triste, vazia e nervosa, devido aos vários problemas familiares que estava a enfrentar. Não tinha vontade de comer, emagreci muito e entrei em depressão, pois já não tinha vontade de viver. Para piorar a situação, foi-me diagnosticado um tumor maligno”, conta Maria.

A importância da Fé-viva

O diagnóstico da doença levou-a a procurar uma orientação no Centro de Ajuda (CdA), porque depois de ouvir vários testemunhos de pessoas que tinham sido curadas, quis provar a sua Fé e ver com os seus próprios olhos se na sua vida também seria possível a cura.

“Comecei a frequentar as reuniões da Saúde Restaurada, e através das palavras de Fé que recebia não me deixei abater e coloquei a minha Fé em prática. Os médicos não me davam esperanças de alcançar a cura, mas não desisti e em pouco tempo estava completamente curada!

Reconheço que graças ao uso da Fé-viva, ensinada no CdA, hoje não faço parte do número de pessoas vítimas de cancro, que tem aumentado cada vez mais em Portugal, e que também podem ser ajudadas.

Além disso, estou também livre da depressão e em vez de ser uma pessoa vazia e triste, usufruo da alegria de ter Deus na minha vida”, conclui Maria.

Maria Nunes, CdA Quinta do Conde (Av. Cova dos Vidros, nº49)