“Sentia vontade de arrancar o próprio rosto”

antesQuando um problema de saúde se inicia, regra geral, nunca sabemos identificar se se trata de algo preocupante ou se apenas é um sintoma natural do corpo. Para Joana, tudo começou pelo aparecimento de várias borbulhas no seu rosto, mas que, a dada altura, criaram lesões crostosas.

“Essas lesões levavam-me a nem sequer conseguir tocar na minha face, ficando dias sem conseguir dormir devido a tantas dores.
Não conseguia chorar porque doía, não conseguia sorrir, porque doía, nem falar, porque doía… todo o meu rosto doía!”

ASSUSTADOR. “As lesões foram aumentando de dia para dia e só depois tive conhecimento que tinha duas bactéricas gravíssimas no rosto, a ponto de ficar internada durante um mês.

Todavia, os médicos não viam solução para mim. Usavam diariamente medicação diferente para solucionar este problema, só que não faziam efeito, ao ponto de pensarem que deveria ir para fora, para me tornar análise de estudo, pois não estavam a conseguir resolver o problema.

Quando me ministravam um remédio e havia uma aparente melhoria, no dia seguinte, o problema voltava com muito mais força.

Fiquei nesta situação cerca de dois meses. Foi muito doloroso, pois lembro-me de ficar dias a fio a chorar, devido à imagem que tinha. Fiquei muito abalada emocionalmente. Chegava a dizer à minha mãe que me apetecia arrancar o rosto e cheguei até mesmo a tentar magoar-me, mas só piorava a situação.”

A CURA. “Quando entrei no CdA, comecei a usar a minha fé, a realizar os propósitos, semana a semana, e usei a Água do Tratamento. Lavava o rosto diariamente e fui aplicando a minha fé. Acreditei que como aquilo apareceu do nada, também teria que desaparecer do nada! Estava determinada a isso e, à medida que fui usando a água, foi limpando.

Gradualmente, a dores foram desaparecendo, assim como as feridas e até a própria pele começou a criar outra nova por cima. Hoje, a minha saúde está impecável!”

Joana FreitasCdA Funchal

Fonte: Folha de Portugal