Ela só resistiria mais uma semana!

A pequena Mayra, apenas com alguns dias de vida, já tinha a morte anunciada…

A maternidade era o sonho de Mónica. Por um ano ela tentou engravidar, mas não conseguia… porém, quando conseguiu, foi a maior a alegria dela e do seu marido. A gestação foi normal e, após o nascimento, como a jovem era inexperiente não viu nada de anormal na sua filha, que estava com uma coloração cinzenta. A pequena Mayra não reagia como as outras crianças, pois não tinha força para nada. Era uma bebé que só dormia e não conseguia mamar. Os médicos viram que algo fora do comum estava a acontecer e submeteram a bebé a vários exames.

GRAVE. Foi constatado que a criança estava com Truncus Arteriosus, doença que pode acontecer apenas em bebés, provocando uma má formação no coração e nos pulmões. Levada para a UTI, Mayra passou a depender dos aparelhos.

Os médicos verificaram, então, que o caso era mesmo grave e acreditavam que ela só resistiria mais uma semana. A mãe, contudo, não aceitou aquela notícia e muito menos ver o seu sonho acabar ali. Monica já frequentava a Universal e sabia que para os momentos impossíveis existe a fé!

CORRENTE. “Não aceitei perder a minha filha e, assim que tive alta, comecei a fazer a corrente da cura por ela. Em nenhum momento questionei a Deus, nem fiquei a chorar pelos cantos, simplesmente, usei a fé”, conta.

Para conseguir fazer a criança resistir até ao dia da cirurgia, os especialistas deram-lhe medicamentos fortes. A cirurgia demorou cerca de oito horas, mas os médicos não tiveram muito sucesso e a bebé teve que ficar com o tórax aberto por três dias. Nesse período, uma bactéria resistente instalou-se. Mayra começou a ter complicações e o coração, pulmões e rins pararam, tudo parecia estar perdido.

MILAGRE? SEM DÚVIDA! “Não dei ouvidos ao que os médicos diziam, mas acreditei que Deus faria o milagre, não deixei a dúvida entrar”, diz Mónica. Após três dias quase sem vida, Mayra começou a ter uma reação. Dia após dia, os médicos foram tirando a medicação e a bebé foi ganhando força, passando a respirar sem a ajuda dos aparelhos.

“Os médicos, a cada dia que viam a evolução da minha filha, surpreendiam-se, pois não sabiam explicar o que estava a acontecer”, recorda. De todos os bebés que estavam na mesma ala que Mayra, ela foi a única que sobreviveu. Ela recuperou os movimentos e, após 19 dias, recebeu alta. A mãe relembra que alguns especialistas chegaram a emocionar-se e reconheceram que viram um milagre acontecer. “Eu disse que era o poder da fé, o clamor sincero de uma mãe para Deus tem poder. Hoje, Mayra Sophia é uma criança muito saudável, não ficou com sequela alguma e leva uma vida perfeitamente normal”, conclui Mónica.

Mónica Varela, Universal Brasil

Folha Universal (Michele Francisco)

Fonte: Folha de Portugal