Sobreviveu a uma sentença de morte

A fé de Magali transformou o pior dos diagnósticos numa vitória de vida, vendo a sua saúde ser completamente restaurada

Aos 25 anos, Magali começou a sentir dores nas articulações, perda de apetite e cansaço. Para além disso, começaram-lhe a aparecer manchas na pele. Numa primeira visita ao médico e depois de os exames serem feitos, a doença não foi detetada. Contudo, com o passar dos dias, Magali deixou de conseguir tomar banho, pois ficava com a boca roxa e tinha a sensação de que iria desmaiar.

Um dia, enquanto trabalhava, começou a ter alucinações. Diante dos sintomas apresentados, os médicos chegaram à conclusão de que Magali tinha lúpus. Depois de ter perdido uma prima para a doença e não sabendo como reagir perante a situação, Magali conformou-se com o diagnóstico de que o seu problema era crónico e que apenas se podiam tratar os sintomas.

Então, iniciou um tratamento com remédios de valor elevado e passou a ser acompanhada por um médico, tendo de tomar cuidados extra com a sua saúde. “Quando tinha uma constipação, não podia tomar qualquer medicamento, pois podia piorar o meu quadro. Era preciso consultar sempre os médicos. Um dia, fui apanhar sol na praia e saí de lá direto para o hospital”, desabafa.

Magali teve, então, de ficar internada e tomar medicação forte. Mas, quando lhe foi dada alta, a doença atacou-lhe os rins e passou a ter de fazer um tratamento à base de quimioterapia. Entretanto, novos exames mostraram que a doença já estava a afetar a retina e que, em breve, Magali teria dificuldades para ver.

A cura. Ainda durante esse período, a sua mãe também ficou doente. “Estava cabisbaixa e desnorteada, quando um rapaz entrou no autocarro, sentou-se ao meu lado, falou-me de Deus e disse-me para acreditar que Ele me poderia curar. No final da conversa, convidou-me para ir a uma reunião da Igreja Universal”, conta.

Já anteriormente uma vizinha lhe tinha falado da Universal, mas, na ocasião, não ligou. Só que, diante das palavras daquele rapaz do autocarro, Magali decidiu ir até à Universal. Começou a frequentar as reuniões e a lutar pela sua saúde. Se antes os internamentos aconteciam de três em três meses, depois de realizar os propósitos de fé, Magali viu a sua saúde estabilizar.“Já não tinha mais nenhum sintoma e passei a fazer o acompanhamento médico a cada seis meses, pois os exames ainda detetavam a doença. Perseverei nas reuniões, onde aprendi a não desistir do meu sonho, que era ter uma vida saudável e com qualidade”.

Meses depois, os exames não mostravam mais nenhum vestígio da doença e os médicos não entendiam, pois era impossível alguém deixar de ter lúpus. Mesmo assim, Magali continuou com o acompanhamento e os médicos logo lhe deram alta. Hoje, tem saúde e é feliz!

Magali Andrade
Universal Brasil

Fonte: Folha de Portugal