Úlcera venosa

“A minha experiência com a Fogueira Santa de Israel e o sacrifício foi na área da saúde. Já estava na Igreja quando me surgiu uma pequena ferida na perna, que foi aumentando, ao ponto de ter que procurar um médico. Provocava-me muitas dores, tinha mau cheiro e pus, o que dificultava o meu trabalho, pois não tinha posição para estar e tinha até dificuldade em andar.

Foi uma situação muito difícil! Os médicos, na altura, disseram que era uma úlcera venosa e a tendência era para alastrar mais ou passar para a outra perna, pois não tinha cura.

Foi nesse estado que decidi participar na Fogueira Santa, pois, há um ano que andava a tomar antibióticos e medicamentos para as dores.

Nessa altura, já andava exausta e não conseguia fazer nada. E foi quando o pastor falou no sacrifício que pensei: ‘esta é a minha oportunidade! Tenho que fazer algo’. Até houve algumas melhoras, porque participava na reunião de terça-feira, em prol da saúde, onde ungia a ferida com Óleo Santo, mas não ficava muito bom.

Tinha que ir ao centro médico para fazer o penso, três vezes por semana. Resolvi, então, sacrificar, entregando no Altar o meu salário. Foi uma coisa entre mim e Deus, porque queria uma resposta imediata. A ferida tinha chegado ao ponto de ganhar carne morta por dentro, era muito profunda e não fechava.

Depois do sacrifício, a ferida melhorou a olhos vistos, começou a secar e cicatrizou completamente num mês. Os médicos ficaram abismados. Hoje, não tenho dores, posso caminhar e trabalhar normalmente”.

ANA PAULA