Mensagem

Os filhos de Efraim

montanha-706x410MEDITE na dica do Espírito de Deus:

Ao olhar rapidamente a vida dos personagens bíblicos que admiramos, vemos suas qualidades e conquistas, mas pouco nos atentamos para os seus defeitos, provas, dores, lutas pessoais e até fracassos. Imaginamos que uma pessoa abençoada tem a vida facilitada, pois a sua comunhão com Deus lhe garante felicidade exterior completa, todas as orações respondidas e imunidade de problemas. Porém, não é nada disso.
A fé não é para facilitar as coisas, mas para nos dar condições de lutar na certeza da vitória.

Um caso que ilustra bem é sobre a vida de Efraim, o segundo filho de José.
Sabemos que a bênção do primogênito vai muito além do direito de porção dobrada na herança do pai. Por isso, ao perceber que seu pai estava prestes a morrer, José levou seus dois filhos até ele para que os abençoasse.

A bênção principal seria de Manassés, mas o Altíssimo, por intermédio das mãos de Jacó, contrariou Sua própria determinação e escolheu a Efraim, o mais novo.

…o irmão menor será maior do que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações.

Gênesis 48.19

Receber uma bênção dessa magnitude, vinda do patriarca Jacó, deve ter tornado sua vida muito especial, porque o colocou na linha de frente entre as doze tribos, mas significava também que ele deveria estar pronto para grandes ataques.

À parte desse grande dia, veremos futuramente a sua história cheia de dores, dramas e conquistas.

Efraim andou nos caminhos de seu pai José, com temor e retidão. Seus filhos foram Sutela, Ézer, Eleade, além de uma filha chamada Seerá.

Uma situação peculiar revela a sua luta familiar, pois seus dois filhos, Ézer e Eleade tornaram-se ladrões de gado e, em uma das tentativas de roubo, foram mortos (1 Crônicas 7.21).

Imagine quanta dor e afronta pai e filho não viveram, pois ambos eram homens respeitados no Egito pela conduta exemplar e caráter, mas Deus permitiu que vivessem problemas públicos.

As Escrituras revelam que, por muitos dias, Efraim ficou consternado e chorou a morte de seus filhos. Não sabemos quanto tempo durou seu pranto, mas certamente esse sofrimento foi agravado pelo misto de dor, pela perda, e por não se sentir merecedor de tamanha vergonha.

Por outro lado, enquanto estava mergulhado em tristeza, sua mulher deu à luz outro filho. Efraim estava tão desapontado com a vida que marcou aquela criança, dando-lhe o nome de Berias, ou seja, porque as coisas iam mal na sua casa (1 Crônicas 7.23). Ele queria que todos soubessem o quanto estava arrasado.

E, nesse ambiente nebuloso pela aflição do pai, crescia a jovem Seerá. Uma mulher com personalidade incomum de suas contemporâneas e com um espírito arrojado e empreendedor. É atribuída a ela a fundação de três cidades: Bete-Horom, a de baixo e a de cima, e Uzém-Seerá (1 Crônicas 7.24).

Provavelmente, seu pai, focado no passado dos dois filhos perdidos, deixou escapar a alegria de acompanhar as conquistas de sua filha, o desenvolvimento de Sutela, o seu primogênito, e não percebeu que em Berias o Altíssimo cumpriria a Sua promessa de engrandecê-lo.

Embora Berias tenha recebido o peso da dor de seu pai em seu nome, ele construiu uma história com os olhos no futuro. Olhou para frente e levou a história de Efraim aos anais eternos, tendo como descendentes Num e Josué (1 Crônicas 7.25).

Josué foi um dos líderes da libertação dos hebreus no Egito e o homem usado para a conquista da Terra Prometida. Por meio dele, a tribo de Efraim ocupou a parte central de Canaã, uma região montanhosa, mas extremamente fértil e segura, o que lhe rendeu muita prosperidade. Posteriormente, o nome de Efraim foi usado como sinônimo para representar as 10 tribos de Israel.

Efraim não tinha apenas motivos para chorar e permanecer cabisbaixo, porque Deus o abençoava em outros aspectos de sua vida. Ao enxergar e valorizar somente o que era ruim, perdia o privilégio de desfrutar da concretização das promessas.
O que foi motivo de tristeza e vergonha seria revertido em honra e alegria indizíveis.

Compreendemos que uma pessoa incrédula, ao passar por aflições, perde as suas esperanças, pois sem Deus nenhum mal pode se transformar em bem. No entanto, os da fé gozam de extrema vantagem, porque têm certeza de que tudo coopera para o bem daqueles que amam ao SENHOR (Romanos 8.28). As “derrotas” de hoje garantem as vitórias de amanhã. As vergonhas e humilhações de hoje garantem a honra de amanhã. Os choros da noite garantem a alegria pela manhã. É assim que se vive pela fé.

Comentários

Aconteceu no Templo de Salomão
Marcele Ribeiro

Bom dia, bispo! Sou nascida e criada dentro da Igreja Universal, mas nunca tive um encontro com Deus. Em determinado momento estava buscando a Deus com muito fervor, e em outros momentos adorando o diabo. Passei por tudo que o senhor possa imaginar, desde as drogas à prostituição. Roubei, matei, destruí lares, enfim, saciei a minha carne. Passei por cinco relacionamentos frustrados, cheios de traições, brigas e drogas. Quando finalmente conheci o meu atual marido e vim morar em Belford Roxo – RJ, achei que estava no fim do mundo, longe de tudo, mas de tudo mesmo. Daí comecei a voltar à Universal, até que um dia houve uma caravana para o Templo de Salomão, e eu fui, mesmo sem condições e sem conhecer ninguém, pois estava na Igreja mais uma vez como crente “Raimundo” (um pé na igreja, um pé no mundo). Mas dentro de mim havia um desejo de matar aquele ser inútil e repugnante que eu era. Lá no Templo, Jesus me respondeu: “Eu levei você a Belford Roxo para salvar sua vida. Respondi seu pedido de perdão e lhe dei nova vida”. Bispo, hoje sou uma nova mulher, de 27 anos que, a cada dia desse Jejum de Daniel, tem sido lapidada de um jeito diferente, com a Presença do Deus que me resgatou da areia movediça.

Ontem o diabo até tentou me fazer desistir do Jejum, mas Jesus abriu meus olhos e meus pensamentos, e pisei na cabeça do diabo com fúria. Pois eu, Marcele Cristina, sou uma obreira escolhida pelo Senhor Jesus (ainda não sou obreira, mas pela fé já me vejo entrando no inferno resgatando almas das mãos do diabo).

Obrigada, bispo Macedo, por não falar o que eu gosto de ouvir, mas por me ensinar a ouvir aquilo que eu preciso ouvir. Obrigada por não usar sentimentalismo em suas palavras que, na realidade, são as palavras do Próprio Deus! Recebi o Espírito Santo, no dia 23 de setembro de 2015, e tenho certeza disso e ponto final! Mais uma vez muito obrigado, bispo. Deus o abençoe!

Maira M. Francisco

Boa noite, bispo!
E que noite! Hoje é um dia muito especial para mim. Eu estava afastada da Igreja havia cerca de 4 anos. Durante esse tempo, eu ia e vinha. Ora estava firme como uma rocha, ou melhor achava que estava, no dia seguinte já estava fraca na fé, pois colocava minha filha e meu marido no centro da minha vida.

Quando o pastor falava nas reuniões que deveríamos colocar Deus em 1º lugar, eu entendia, mas não conseguia praticar. Foi quando decidi me lançar neste Jejum de Daniel, vivendo cada dia como se fosse o último, e busquei. Hoje, ouvindo a sua palavra, quando o senhor pediu para refletirmos sobre quem estava no trono de nossas vidas, eu me retirei no quarto da minha filha, onde eu ficaria sozinha, só que no momento em que fechei a porta do quarto minha filha começou a chorar porque queria entrar comigo no quarto, mas eu não deixei. Separei aquele momento somente para Deus, ela gritando na porta querendo entrar e eu de joelhos, buscando a Deus. Foi quando o Espírito Santo tomou o meu ser com uma alegria, mas sem sentimentos, só com a certeza de que Ele estava ali me consolando e me abraçando. Só sei que não consegui parar de chorar e rir e ao mesmo tempo. Ali, adorando a Deus, vi quanto tempo perdi longe dAquela Presença Maravilhosa. Estou rindo sozinha até agora, estou “boba”. Me sinto uma adolescente apaixonada, não sei nem explicar. Vi também que só a minha alma não é o suficiente, quero salvar muitas mais para o Reino de Deus. Obrigada, bispo! Pois, através da dedicação que o senhor tem com as almas, eu pude hoje renascer e conhecer esse Deus tão glorioso que amo ainda mais.

Adriana Ribeiro

Olá, bispo!
Estou aqui para falar como não só a oração de hoje, mas todas as outras deste Jejum têm acrescentado na minha vida espiritual. É glorioso como o nosso Deus fala e dirige a igreja dEle. Bispo, nesses meus 18 anos de Igreja, todos os propósitos tem sido um tijolo na construção da minha vida espiritual. Tive o maior privilégio de receber o Espírito Santo 18 anos atrás, que superou todo conhecimento e estudo que eu havia adquirido e me deu nova visão, valores e direção na minha vida.

Neste Jejum, tenho pedido a renovação da minha mente e para que os dons que Ele já me proporcionou sejam aprimorados e, acima de tudo, me dê novos, para que mais eu possa fazer na Obra dEle. Estou atenta para escutar tudo que Ele queira me lapidar. Na verdade, o que tenho falado é que Deus peneire a minha vida com uma peneira mais fina, para que mais pura e agradável aos olhos dEle eu possa ser. E em cada oração e em cada dia nessa caminhada, vejo mudanças e crescimento diante dEle. E é claro, o gozo na alma e o fortalecimento é grande em cada oração!
Um enorme abraço e vamos seguindo nessa caminhada, porque os resultados estão mostrando o tanto que esse propósito tem levado alegria ao céus.

Leia mais:

1º Dia do Jejum de Daniel.
2º Dia do Jejum de Daniel.
3º Dia do Jejum de Daniel.
4º Dia do Jejum de Daniel.
4º Dia do Jejum de Daniel.
5º Dia do Jejum de Daniel.
6º Dia do Jejum de Daniel.
7º Dia do Jejum de Daniel.
8º Dia do Jejum de Daniel.
9º Dia do Jejum de Daniel.

Bispo Edir Macedo

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