A briga dos gêmeos

Continuação do post anterior…

Esaú vivia caçando, era homem violento, de guerra, temperamental. Sua reputação ia longe, era o perfeito líder que poderia ficar após seu pai Isaque. Jacó, seu irmão, já era caseiro e gostava muito de cozinhar. briga

Num belo dia, Esaú chegou cansado e faminto em casa e o cheiro de seu prato favorito lhe chamou direto à cozinha, onde Jacó estava acabando de cozinhar um guisado com lentilhas. Esaú não pensou duas vezes, logo pediu ao seu irmão um prato daquele delicioso guisado vermelho. Mas, para sua surpresa, Jacó lhe pede algo em retorno:

“Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura.”

Com certeza Esaú pensou que aquilo havia sido uma piada de Jacó e nem chegou a pensar na resposta, simplesmente exagerou um pouquinho e a vendeu:

“Eis que estou a ponto de morrer; logo, para que me servirá o direito de primogenitura?”

Jacó viu que ele não estava o levando a sério e o fez jurar e, PARA NOSSA ALEGRIA, Esaú jurou.

Interessante como nas pequenas atitudes nós mostramos tanto o que temos no interior. Esaú foi impulsivo, não quis pensar no que estava fazendo, o que me leva a entender um outra coisa sobre as pessoas que são impulsivas… Elas acham que podem, por isso não pensam duas vezes.

Esaú fez a maior besteira de sua vida por causa dessa decisão. Ele desprezou o seu direito de primogenitura, que lhe dava a porção dobrada das terras de seu pai e a liderança da família após a morte de seu pai. Ele seria o chefe da família…

Mas o que é que ele estava pensando quando fez isso?

Amanhã continuaremos…

Cristiane Cardoso

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