Sendo como as crianças

Quando penso em criança, a primeira palavra que vem à minha mente é simplicidade. Elas são tão puras que não sabem fingir.

Se contarem uma mentira, você logo descobre. Se não gostarem do presente, são capazes de dizer “na lata”. Se a comida for ruim, não importa quem tenha feito, elas vão dizer.

A beleza das crianças está no seu jeito espontâneo de ser.

Com o crescimento e a descoberta de como o mundo funciona, essa qualidade se perde. Aos poucos, a forma de agir, que antes era tão natural, torna-se engessada e sem graça.

Em um mundo cheio de regras e mais regras, você aprende que tem que achar lindo o que, na realidade, você não acha; que você não pode dizer o que pensa, mas o que as pessoas querem ouvir; que você não deve estar com quem na verdade você gosta, mas com quem possa lhe favorecer em algo… E assim se perde o que é verdadeiro: a amizade, a alegria e a sinceridade.

Não permita que as situações a empurrem de tal forma que você já não possa ser você mesma. Não perca sua alegria de rir, conversar, mostrar suas qualidades e também seus defeitos. Claro, mas tudo dentro de um bom senso!

Ser espontâneo é ser sincero, acima de tudo.

Nos vemos na próxima semana!:)

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