Notícia

Novo Ano

2014folha

Existem muitas pessoas que no fim de cada ano mantêm os mesmos rituais, ou seja, acabar o ano e eliminar as coisas velhas, do ano velho, começar a planear o ano novo com muitas resoluções.

É muito frequente, nesta altura, do ano existirem expressões entre as pessoas que consistem em desejar boas entradas, ou desejar um bom ano novo, ou ainda vem aí um novo ano e com ele vida nova.

Ora tudo isto é uma verdade, mas não passam de expressões de ocasião, de uma questão de boa educação, quando na realidade, muitas vezes, não se veem mudanças na vida. A maioria das vezes, o ano termina da mesma forma que começou, ou por vezes ainda pior! Ouço muito falar nesta altura do ano de balanços quer sejam a nível pessoal, político, económico ou mesmo social, depois dos balanços surgem também os “iluminados” que se apressam a fazer previsões, que estão sempre dependentes de muitas variáveis que não se conseguem contabilizar agora.

Mas mais importante do que perceber se as previsões estão certas ou erradas, se as medidas que o Governo prevê aplicar vão ou não produzir o efeito esperado, ou se vamos conseguir aplicar todas as resoluções que nos propomos a seguir no novo ano é, perceber se a nossa mentalidade vai mudar ou continuar na mesma. Se continuar na mesma é certo que a vida da pessoa vai permanecer na mesma, ou com tendência para piorar, mas se existir uma mudança de mentalidade acompanhada de uma mudança de atitudes, aí sim pode-se esperar que as mudanças aconteçam.

Eu também tenho desejos para 2014. A nível pessoal e profissionais guardo os desejos para mim, mas tenho desejos para o nosso país, que passam pela vontade de que existisse uma revolução nas mentalidades, que as pessoas se deixassem de lamentações e TODOS arregaçássemos as mangas para remar para o mesmo lado, para que desta forma pudéssemos vencer estes tempos difíceis que temos vivido. Para o novo ano espero ver o meu país a vencer, voltar a ser uma nação que apresente novos horizontes e não permita que os melhores recursos humanos usem os conhecimentos adquiridos em Portugal noutro qualquer país.

João Filipe
Diretor – Folha de Portugal

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