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Em 2013, uma em cada quatro mortes deveu-se a cancro

Cancro_PortugalNão basta tratar, é preciso prevenir. Quem o diz são os especialistas que nos últimos anos, graças aos avanços científicos e tecnológicos, deram novas esperanças à luta contra o cancro.

Dados do Eurostat, mostram alguns factos sobre a doença oncológica na União Europeia. Segundo esses dados, divulgados pela Lusa, há 6.500 novos casos por ano.
Em Portugal uma em cada quatro mortes, em 2013, deveu-se a cancro, o que se traduz em cerca de 24 por cento, sendo também um dos países na Europa onde mais homens morrem devido a cancro.

Nos últimos anos, desenvolveram-se um pouco por todo o país, centros de investigação e de tratamento especializado, que procuram dar resposta a quem procura a cura.

Além da Fundação Champalimaud, há também outros centros de investigação e laboratórios espalhados pelo país que se dedicam a procurar respostas para os problemas e desafios da doença.

No Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, por exemplo, há 900 investigadores que se debruçam sobre o cancro, doenças neurodegenerativas e infeciosas.

Já o Instituto Português de Oncologia trata 255 mil doentes de todo o país, e tem feito uma aposta grande em tecnologia de ponta, sobretudo em aparelhos de radioterapia e medicina nuclear.

Novas terapias trazem esperança

A imuno-oncologia é uma das novas terapias que são utilizadas com sucesso no tratamento de vários tipos de cancro.

Ana Castro, oncologista no Centro Hospitalar de Santo António, explicou ao jornal metro no que consiste esta nova terapia.

“A imuno-oncologia consiste na utilização de terapêuticas imunológicas no tratamento das doenças oncológicas. Na realidade, aquilo que se faz é estimular as nossas ‘defesas’ a reconhecerem as células tumorais como corpos estranhos para que possam ser eliminadas pelo próprio sistema imunitário. No fundo, o medicamento utilizado não ‘mata’ ou destrói o cancro, mas leva a que o nosso próprio organismo possa fazê-lo de forma mais eficaz”.

Quanto à principal mais-valia, Ana Castro refere que é o nível de toxicidade, uma vez que “em geral, são medicamentos bem tolerados, com efeitos secundários muito diferentes da quimioterapia convencional. Não cai o cabelo, não dá náuseas nem vómitos”.

combateSaúde Restaurada

Todas as terças-feiras, em todos os Centros de Ajuda do País e da Europa, acontece um tratamento especial voltado para a cura daqueles que sofrem com doenças, dores, ou de problemas de saúde persistentes, diagnosticados ou por diagnosticar.

Se você tem visto a sua qualidade de vida deteriorar-se devido a um destes males, participe deste tratamento da Saúde Restaurada, pois cremos que Deus pode curá-lo pelo poder da Fé.

Participe ainda hoje, às 15H e 20 horas

Templo Maior
Rua Dr. José Espírito Santo 36
Marvila, Lisboa

E em todos os Centros de Ajuda do país

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