Noticia

Existe cura pela fé?

 174104739.690x460Saiba o que um estudo realizado pela USP comprovou sobre isso

Já não era novidade que, segundo a Bíblia, a fé, ainda que seja do tamanho de um grão de mostarda, pode mover montanhas. Contudo, um recente estudo do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) comprovou os benefícios que a fé pode promover no tratamento e na cura de diversos tipos de enfermidades, incluindo até mesmo a dor de dente.

Acontece que a espiritualidade, segundo a orientadora do estudo e professora associada da USP Silvia Siqueira, promove o aumento da resposta imunológica e o corpo fica mais protegido de doenças relacionadas ao sistema nervoso, respiratório, infecções, entre outros males que podem afetá-lo. Além disso, o uso da fé pode aumentar a motivação e combate aos sintomas depressivos, melhorando o sono, a autoestima e a ativação de diversas áreas cerebrais.

De acordo com o estudo, quando uma pessoa expressa a sua fé e mantém contato com Deus, ela atinge seu pleno potencial de realização pessoal, e isso altera seu humor, produzindo mais neurotransmissores no cérebro que causam bem-estar, como a serotonina e as encefalinas, reduzindo, consequentemente, os hormônios relacionados ao estresse, como, por exemplo, o cortisol.

Entre outros pacientes, a pesquisa também foi realizada com quem apresentava disfunção na articulação da mandíbula e dor cervical. Conforme observado pela orientadora, os pacientes que eram mais “espiritualizados”, como ela colocou, tinham menos dor à palpitação dos músculos das mandíbulas e menos queixas de falta de energia e de doenças crônicas. Também foi possível observar que as expressões da fé e a meditação promoviam redução da pressão arterial, da frequência cardíaca e da glicemia no corpo humano.

Os benefícios da fé

rosalina.690x460Em 1996, depois de enfrentar uma cirurgia na coluna, Rosalina da Silva, de 39 anos, teve uma infecção hospitalar que originou uma tuberculose. Ela morava em Campinas, no interior de São Paulo, e precisou ser transferida para um hospital em Bauru, também no interior. O problema no pulmão fez com que seu corpo ficasse debilitado. “Eu não sentia vontade de me alimentar e estava muito fraca. Naquela época, eu pesava 49 quilos. E o médico atestou o meu caso como sendo terminal, porque eu não conseguia reagir”, conta Rosalina.

Assim, ela percebeu que seria necessário algo mais forte para mudar aquela situação. “Minha mãe frequentava a Universal e pediu para que uma obreira orasse por mim. E quando eu recebi a oração, no quarto do hospital, logo senti vontade de me alimentar. Eu havia saído daquele estado sem vida. Quando recebi alta, o médico disse que ficariam sequelas, que eu teria dificuldades para respirar, por exemplo.”

Rosalina retornou para Campinas e passou a participar das reuniões da Universal. “Então, houve o propósito da Fogueira Santa para a mudança de vida; pedi saúde a Deus, e foi o que eu consegui.”

Já se passaram 17 anos desde que Rosalina recebeu alta de seu quadro clínico, e ela garante que sua saúde nunca esteve tão bem. “Hoje eu não tenho as sequelas que o médico disse que eu teria. Trabalho e tenho uma vida normal”, afirma.

 

Deixe o seu comentário

Ou preencha o formulário abaixo.

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *