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A Santa Ceia no Templo de Salomão

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_KOK2427.690x460A Santa Ceia é bem mais do que um simples simbolismo da fé cristã. É a cerimônia mais importante do cristianismo, pois é a participação física de Jesus para fortalecer Sua igreja física e espiritualmente, na forma do cálice, que representa Seu sangue, e do pão, como Sua carne, compartilhados com quem realmente entregou sua vida a Deus.

E é exatamente nisso que está o sentido da cerimônia: uma renovação da aliança com Deus por meio do sangue do Senhor Jesus, na confirmação da comunhão com o Espírito Santo. Não é só um símbolo, pois depende dessa entrega verdadeira, do coração genuinamente limpo para, só assim, trilhar o caminho para a Salvação.

Sim, é preciso pagar o preço dessa Salvação: abrir mão de sua vontade para aceitar a de Deus, Seu governo sobre sua vida, tomando a cruz, assim como Jesus, para cumprir o plano divino. Sem isso, a Ceia não passa, para quem não limpa seu coração, de uma simples degustação física do suco de uva e do pão – e, acima disso, é um desrespeito para com o sangue e o corpo do próprio Senhor Jesus.

O Bispo Edir Macedo explica por que essa tentativa de buscar a vida eterna ao lado de Deus sem a real entrega a Ele é perda de tempo, por mais que as intenções sejam boas: “Existem muitas pessoas que realmente estão interessadas na Salvação de suas almas, mas também há aquelas que querem ser salvas e não aceitam pagar o preço. Não querem negar suas vontades nem tomar a própria cruz; não querem seguir Jesus. Em outras palavras, há muitas pessoas que querem a Salvação, mas não querem abrir mão das próprias vontades aqui neste mundo”.

Aliás, a própria Bíblia comprova o que o Bispo diz: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.” (1 Coríntios 11.28-30).

_KOK2657.690x460Portanto, a Santa Ceia em si não é só o caminho, mas a confirmação de que quem participa dela está neste percurso rumo à Eternidade com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, uma caminhada que é realizada dia após dia. E tal caminho é uma preparação para este destino eterno, onde não terão lugar “sujeiras” espirituais como desejos de vingança, rancor ou mágoa. Como pode haver impureza no sangue e no corpo do próprio Senhor Jesus dos quais você participa com a Ceia?
Lembre-se de que o sangue e o corpo de Jesus foram oferecidos em sacrifício para a Salvação de toda a humanidade. Se alguém não procura se reforçar na fé, livrando-se das impurezas e das vontades meramente humanas, põe o Sacrifício Supremo a perder, invalidando para si o que o Senhor Jesus garantiu para todos aqueles que realmente se submeterem à vontade divina.

Por isso mesmo, toda vez que alguém recebe o sangue e a carne de Cristo na Santa Ceia, confirma sua entrega a Ele e faz valer Seu sacrifício até que um dia, como prometido, Ele volte para resgatar os que Lhe foram fiéis.

Santa Ceia no Templo

Muitos já testemunharam o clima de reverência a Deus no Templo de Salomão e falam bastante nisso. Então, a Santa Ceia, realizada no Santuário no primeiro domingo de cada mês, tem um caráter muito especial. Esse respeito a Ele é reproduzido e confirmado ao receber os elementos na cerimônia. Na própria Casa de Deus, é renovada a aliança com Ele, a presença de Seu Espírito é confirmada, e a própria pessoa que compartilhou de Seu corpo e Seu sangue torna-se um Templo em si, em qualquer lugar que vá.

Por isso mesmo a experiência no Templo de Salomão perdura ao longo da vida. Ultrapassa os limites do bairro do Brás. Ultrapassa também as barreiras do tempo, pois estará todos os dias na mente e no coração de quem experimentou confirmar sua entrega genuína entre aquelas paredes dedicadas a Deus – e terá reflexo por toda a Eternidade ao lado dEle.

Experiências Inesquecíveis

2-Familia Van Santen.690x460Dos Países Baixos, altas expectativas

“A minha intenção de visitar o Templo de Salomão foi a de ter uma renovação espiritual”, diz o médico e voluntário da Universal Daniel Van Santen, dos Países Baixos (Holanda). “E isso aconteceu”, assegura. E acrescenta: “A minha vida não foi mais a mesma! Passei a viver mais concentrado na minha Salvação, em agradar a Deus e tudo o que já fazia para Ele faço agora com mais temor, amor e dedicação. A minha relação com Deus foi fortalecida e hoje posso dizer que sou um novo homem. Para mim, estar no Templo foi como se estivesse no Céu. E agora, relembrando o que lá vivi, posso ver o quão poderoso e único isso foi. Algo muito especial, de que nunca mais me esquecerei”.

Daniel não foi sozinho. Teve a companhia da esposa, Ana, para quem a experiência não foi menos forte: “Apesar de na época estar em fase de recuperação de uma delicada cirurgia na cabeça, eu estava determinada a ir ao Templo em busca de uma nova experiência com Deus e de minha recuperação completa”, revela. “Quando visitamos o Tabernáculo, na parte de fora do Templo, contemplei todo o local. Invadiu-me uma paz muito grande e pude perceber que, naquele momento, recebia o que tinha pedido a Deus: a restauração completa do meu corpo. E, no grande dia, o dia de entrar no Templo, já me sentia uma nova pessoa, com força, saúde e, acima de tudo, com uma paz inexplicável no meu interior. Nada nem ninguém poderá arrancar de dentro de mim o que recebi lá”, finaliza.

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