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Atleta paralímpica quer recorrer a eutanásia

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Marieke-Vervoort-825x509.690x460A corredora paralímpica Marieke Vervoort, belga, de 37 anos, irá competir nos 100 metros e 400 metros com cadeira de rodas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 (de 7 a 18 de setembro, no Rio de Janeiro).

Antes de ser diagnosticada com uma doença degenerativa que paralisou as suas pernas, em 2008, Marieke competia no triathlon e chegou a ser campeã mundial na modalidade. Desde 2009, disputa como paratleta, já tendo quebrado vários recordes. Em 2012 ela ganhou medalha de ouro nas Paralimpíadas de Londres (Inglaterra).

Porém, recentemente, Marieke ganhou destaque na mídia não por suas conquistas, mas por declarar que pretende recorrer à eutanásia (quando o paciente prefere morrer a enfrentar uma doença, pelos intoleráveis sofrimentos físicos ou psíquicos), já que, segundo ela, sente dores insuportáveis, que não a deixam dormir mais do que 10 minutos por noite. “Todo mundo me vê com a medalha de ouro, mas ninguém vê o lado obscuro”, desabafou a belga em entrevista ao jornal francês Le Parisien.

Como o problema não tem cura, ela já entrou com a documentação necessária para ter o direito a eutanásia, que na Bélgica é permitida. Ela também esclarece que não pretende realizá-la agora, mas só quando a dor for tão intensa que não possa mais conviver com ela.

Existe outra solução?

A escolha da paratleta belga choca, pois ela não está mais resistindo ao problema que a atingiu. Mesmo sendo uma campeã nas pistas, ela se sente derrotada pela doença.

Mas será que não haveria uma outra solução para ela que não fosse a morte?

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