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Cantor comete suicídio após tentar se libertar do vício em drogas

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No dia 17 de maio último, morreu um dos grandes expoentes do rock estadunidense. Chris Cornell era o fundador das bandas Soundgarden, Audioslave e Temple of the Dog, além de ter erguido uma sólida carreira solo em 33 anos dedicados à música.

Apesar do sucesso, Cornell cometeu suicídio por enforcamento, após um show realizado na cidade de Detroit, em Michigan (Estados Unidos). De acordo com a esposa do cantor, Vicky Cornell, ele jamais tomaria essa atitude se tivesse consciência do que estava fazendo. Por isso ela acredita que os remédios ingeridos pelo cantor o influenciaram na decisão.

“O mundo dele girava em torno da família em primeiro lugar e, é claro, a música em segundo”, declarou Vicky em suas redes sociais. “Quando nós conversamos após o show, eu percebi que ele estava falando com dificuldade; ele estava diferente. Quando ele me disse que talvez tivesse tomado uma ou duas pílulas a mais de seu remédio, eu contatei a segurança e pedi para ficarem de olho nele.”

Chris Cornell fazia tratamento com um antidepressivo indicado tanto para controlar a ansiedade quanto para inibir a dependência química. O advogado dele, Kirk Pasich, afirmou que o cantor, “um viciado em recuperação”, tinha uma receita para o remédio e pode ter tomado mais do que a dose recomendada. De acordo com Pasich, os efeitos colaterais desse remédio incluem pensamentos paranoicos ou suicidas, dificuldade na fala e julgamento falho.

O jornal britânico Daily Mail publicou que o show de Cornell no Soundgarden foi bem-sucedido e, após a apresentação, o cantor pareceu feliz em tirar várias fotos com os fãs e dar autógrafos, inclusive afirmando que os veria em Columbus (capital do estado norte-americano de Ohio), onde a banda já havia agendado outra apresentação.

Tentativa de cura

Como Cornell, muitos dependentes químicos buscam a cura em tratamentos com drogas legalizadas, especialmente antidepressivos. O problema é que esses remédios também viciam e, muitas vezes, têm efeitos colaterais desastrosos.

O remédio que o cantor teria ingerido a mais, entre outros, fez a Food and Drug Administration (FDA, órgão estadunidense responsável por proteger e promover a saúde pública) emitir um alerta há alguns anos. Nesse comunicado, a FDA destacava que esses produtos podem causar depressão e pensamentos suicidas. Por isso o uso dessas drogas deve ser extremamente controlado.

Infelizmente, na busca pela cura de um problema tão grave como a dependência química, muitas pessoas se submetem a tratamentos que raramente surtem efeitos e, em alguns casos, até mesmo pioram a situação.

Para o bispo Edir Macedo, fundador e líder da Universal, essas pessoas devem, antes de qualquer coisa, buscar o auxílio de Deus, pois Ele é o único capaz de libertar do espírito do vício.

“Vício é um espírito. E, porque é um espírito, só o poder do Espírito de Deus é capaz de arrancá-lo, de neutralizá-lo”, afirma o bispo. “Pode vir o inferno inteiro que não tem condições de prevalecer, porque o Espírito da Fé é que faz neutralizar, acabar, arrasar com qualquer espírito do vício.”

Acreditando no Poder de Deus, a Universal desenvolve o Tratamento Para a Cura dos Vícios. Nele, dependentes químicos e os seus familiares se unem a Deus para combater esse mal que destrói tantas vidas.

Assista ao vídeo abaixo, em que os bispos Edir Macedo e Rogério Formigoni falam sobre a libertação dos vícios:

Fonte: Universal.org

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