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Casal congela cérebro de filha morta acreditando que ela voltará a viver

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CerebroCOngeladoQual a sua reação ao perder um ente querido? Você congelaria o corpo de alguém que ama esperando que um dia essa pessoa pudesse voltar a viver? Um casal filipino fez isso com o cérebro da filha, que morreu às vésperas de completar de 3 anos de idade. Ela tinha um tumor raro no cérebro e não resistiu ao tratamento.

Os pais de Einz, como a menina era carinhosamente chamada, são engenheiros biomédicos e recorreram à criogenia (técnica de congelamento profundo por tempo indeterminado) para preservar o cérebro no estado em que estava logo após a morte dela, na esperança de um dia fazê-la renascer.

Eles acreditam que os pensamentos e a personalidade de Einz também serão preservados e que isso será o suficiente para que a sua vida seja reconstruída. De alguma forma é isso que parece trazer conforto para eles diante da dor da perda de quem eles ainda tanto amam.

Confiança em Deus

Diante da morte de um ente querido, não podemos nos deixar tomar por um sentimento que domine a razão, pois é dela que tiramos o entendimento do qual precisamos para seguir em frente. “O Espírito Santo não traz apenas ideias, sabedoria, força e coragem, mas, ele também conforta, é sobrenatural, maior do que podemos imaginar”, destaca o bispo Edir Macedo.

O bispo Marcio Carotti enfrentou uma situação de perda ainda muito novo, quando era pastor auxiliar na Universal, aos 17 anos de idade. O pai e a mãe dele morreram em um acidente de carro. Na ocasião, ele teve uma reação que nem todos compreenderam, inclusive os familiares. Carotti não se desesperou. Naquele momento, ele recebeu o Espírito de Deus.

“Eu não chorei. Algo me dizia para ficar tranquilo. O sofrimento não traria meus pais de volta. A perda de um familiar é terrível, dolorosa, mas eu confiava em Deus e a paz que eu sentia era maior do que a perda. Enterrei meus pais às 3 horas da tarde e à noite eu fui fazer a reunião na igreja”, conta ele.

Segundo o bispo, é natural que a sociedade associe uma perda ao sofrimento. Mas ele reforça que a confiança em Deus é o que fortalece. “A reação natural do ser humano é ficar derrubado pela perda. Meu irmão ficou 1 ano sem falar comigo porque não entendia como eu conseguia vencer aquela dor e ele não. Mas a confiança em Deus dá forças.”

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