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“Ídolos” que se suicidam

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Chester Bennington, vocalista da banda Linkin Park, suicidou-se na sua casa de Los Angeles, deixando um vazio nos seus fãs e a eterna questão para muitos… “será o suicídio a saída?”

Tinha 41 anos e deixa seis filhos. Suicidou-se no dia em que o seu amigo Chris Cornell faria 53 anos.

Os dois artistas eram muito próximos e o vocalista sentiu muito a perda do amigo, que também se enforcou em Maio deste mesmo ano.

Quando Chris Cornell morreu, Bennington deixou uma carta aberta a falar do amigo, em que garantia que estava a chorar “de tristeza e gratidão pelos momentos passados” com o vocalista dos Audioslave e família.

“Inspiraste-me de tantas maneiras que nem deves imaginar. O teu talento era puro e sem rival. Não consigo imaginar um mundo sem ti. Espero que encontres paz na próxima vida”, disse.

A morte de Bennington está a ser investigada pelas autoridades como um suicídio, tendo o músico sido encontrado enforcado.

Numa recente entrevista, o cantor revelou que já pensou em suicídio por ter sido vítima de abuso sexual e até ter chegado mesmo a ser violado quando ainda era criança, tendo o pesadelo durado dos 7 aos 13 anos.

O músico também tinha um historial de dependência de drogas e álcool, mas aparentava ter tomado um novo rumo nos últimos anos.

Será mesmo o suicídio uma solução?

Muitas pessoas passam por tantos problemas, que são levadas a pensar que, tirando a própria vida, encontrarão a paz que tanto procuram, encontrando a única saída possível para o seu sofrimento.

No seu blogue, o bispo Edir Macedo explica:

“Eliminar algo finito e com prazo de validade, como é o caso do nosso corpo, não é pior do que ter algo eterno, como é a nossa alma, sendo levada ao pior de todos os sofrimentos: uma eternidade sem paz, literalmente.

Se o suicida raciocinasse, jamais pensaria em se matar. Isto porque seu poder de matar diz respeito apenas ao seu corpo e não a sua alma.

Se uma pessoa arrancasse sua língua, ficaria sem falar, mas continuaria vivendo; se lhe vazassem os olhos, ainda assim estaria vivo; se lhe arrancassem os braços e as pernas, mesmo assim sua vida continuaria, porque sua alma ocuparia o restante.

Isto é, o ser humano tem poder sobre o corpo físico, mas não sobre o espiritual. Ele pode fazer o que quiser com o seu corpo, mas com sua alma, nada pode fazer. Nem ao menos, tocá-la. É nisso que as pessoas, que pensam em se matar, deveriam refletir. Se elas acabassem com sua vida, isto é, com seu corpo físico, para onde iria sua alma, já que ela é imortal?

Será mesmo que os problemas do suicida afetam somente o seu corpo? E alma desta pessoa que quer se matar, aonde vai parar? Com toda sinceridade, não creio que vá para um lugar de remissão, descanso, ou de preparação para outra suposta vida.
Então, por que acabar com o corpo? Será que, acabando com a matéria, a alma ficará em paz?

Eu tenho uma sugestão: Se você pensa em suicídio; se estas palavras são o retrato do que você está vivendo neste momento, então, experimente fazer um pacto com Deus. Seja sincero para com Aquele que é o criador de toda a vida. Diga a Ele que, se de fato existe e é real, então, que mude sua história para a vida ou para a morte de uma vez!

Se houver sinceridade nesse pacto sua vida nunca mais será a mesma. Creia nisso, e você, sem sombra de dúvida, encontrará a paz que tanto almeja!”

Se este é o seu caso, visite hoje mesmo um CdA perto de si (encontre as moradas aqui) e converse com alguém sobre a sua situação. Há uma solução para si!

 

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