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O que o pequeno adepto de Portugal pode nos ensinar

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A Federação Portuguesa de Futebol foi fundada em 1914. Desde então, Portugal jamais havia ganhado nenhum título sequer em competições profissionais.

Neste último domingo, porém, após uma campanha mediada na principal competição de seleções da Europa, a seleção portuguesa conquistou a taça da Eurocopa, na casa do outro finalista, a França.

Em meio às comemorações da maior conquista da seleção para qual torce, uma criança de dez anos de idade, Matisse, encontrou tempo para consolar um adulto francês, que chorava a derrota francesa. Veja, no vídeo abaixo, como foi o momento:

O miúdo do vídeo demonstra sensibilidade para, naquele momento de euforia, enxergar a necessidade que o outro tinha de um abraço e uma palavra de conforto. Mais do que isso, demonstra humildade ao não se render à arrogância e orgulho próprios de muitas pessoas que veem suas equipas a ganhar.

Quantas vezes não encontramos nos jornais brigas entre claques por uma achar-se melhor do que a outra? Recentemente, vimos a história de um homem que matou seu melhor amigo por uma discordância relacionada ao futebol.

Quando esse tipo de discussão acontece é sinal de que a humildade perdeu espaço para o orgulho, que tomou conta da pessoa. E isso é um grande perigo.

Sentença de morte

Entre os sintomas do orgulho, o escritor e palestrante Renato Cardoso destaca que o orgulhoso é sempre “justo aos próprios olhos; crítico, busca falhas nas pessoas”, além de ter “de provar que está certo” todo o tempo.

Entre as consequências, Renato ressalta que esse mal “destrói relacionamentos” e “faz as pessoas pensarem que são melhores do que as outras”.

Logo, não é possível uma pessoa dominada pelo orgulho estar cumprindo os ensinamentos de Deus. Mesmo que ela vá às reuniões e, superficialmente, obedeça ao homem, sendo orgulhosa ela sempre agirá contra aquilo que a Bíblia ensina.

O próprio bispo Edir Macedo, em seu blog pessoal, fala sobre essa situação, afirmando que “aos olhos de quem está ao seu redor, elas parecem possuir uma fé pura – e, suas vestes parecem perfeitamente originais -, mas Deus consegue enxergar a mágoa que está em seu coração, os seus maus olhos para com os demais, o orgulho, o egoísmo, as más intenções, o relaxamento espiritual, a fé emotiva, a inconstância, a indefinição, e tudo o mais que as tornam indignas de participar da festa promovida por Deus”.

Ou seja: o orgulhoso não poderá desfrutar da Salvação, porque “ninguém vence o diabo sem antes vencer a si mesmo, sem antes vencer o orgulho!”.

Dessa maneira, o vídeo em que o pequeno português demonstra humildade para consolar o derrotado é uma grande lição àqueles que buscam a aproximação do Espírito Santo. Não é porque a vitória chegou nesse momento que uma pessoa é superior à outra. Ao contrário, a conquista é a oportunidade de mostrar o verdadeiro ser de cada um.

“O orgulho nos cega (…) Não conseguimos enxergar, por mais claro que esteja, que ele está estampado na altivez do nosso olhar, no empinar do nosso nariz, no desdém por outros, que transpira de nossa linguagem corporal, no diálogo interno que sempre nos exalta e inferioriza qualquer pessoa que não seja ‘eu’”, conclui Renato Cardoso.

E você, vê-se envolvido em alguma situação semelhante a essa? Não deixe que o orgulho se torne um grande problema. Antes disso, visite o Centro de Ajuda mais próximo de si e saiba como manter a humildade mesmo diante das vitórias temporárias.

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