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Orar nos hospitais é proibido!

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Não é novidade, devido ao regime governamental existente, mas, a realidade é que a perseguição dos cristãos tem-se vindo a intensificar na China, motivada pelo crescimento sem precedentes do número de crentes

A China conta, atualmente, com mais de 70 milhões de cristãos. A comunidade cristã é a que tem vindo a registar um crescimento mais acelerado, sendo que o maior número de bíblias impressas é hoje em língua chinesa.

A incidência maior é sobre o cristianismo, mas, a realidade é que o clima de perseguição tem-se vindo a intensificar: a cada dia que passa, o governo chinês tem vindo a revelar mão cada vez mais pesada contra qualquer ato religioso.

Nos últimos 3 anos, mais de um milhar e meio de igrejas foram demolidas, tendo as suas cruzes sido removidas na província de Zhejiang, onde quem se opõe à campanha do governo contra os atos cristãos é preso.

Porém, surge agora mais uma surpreendente diretriz do governo chinês contra o cristianismo, a qual consiste na proibição de todos os tipos de atividades religiosas no interior dos hospitais públicos, inclusive visitas de pastores e orações pelos enfermos.

De acordo com a agência de notícias “Ásia News”, um funcionário do hospital, que preferiu manter o anonimato, afirmou que as atividades religiosas nunca foram apoiadas.

Segundo um representante da organização cristã “China Aid”, a repressão na província de Zhejiang tem-se vindo a espalhar para as províncias vizinhas, onde se acredita que o governo chinês tem vindo a levar a perseguição a outro nível.

Hoje em dia, existe cada vez menos liberdade religiosa, e esta recente proibição da prática religiosa dentro dos hospitais, é apenas mais uma forma, a par das várias medidas que já foram estabelecidas contra os cristãos, de o Partido Comunista da China eliminar o cristianismo do país.

Embora as restrições sobre a religião tenham diminuído desde a década de 1970 na Reública Popular da China (o que contribuiu para o crescimento do Cristianismo), as práticas religiosas ainda são controladas com firmeza pelas autoridades governamentais: apenas chineses com mais de 18 anos de idade que residam no país têm a permissão de se envolver em encontros cristãos sancionados oficialmente pelo “Conselho Cristão da China””, pelo ”Movimento Patriótico das Três Autonomias” ou pela “Associação Patriótica Católica Chinesa”.

O que sucede é que muitos cristãos chineses também se reúnem em encontros feitos em casas-igreja “não-registadas”.

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