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“Os Dez Mandamentos”: superprodução da Record estreia dia 23

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julianadidone.690x460Leia a entrevista da atriz Juliana Didone, que interpreta a personagem Leila, sobre a novela.

Juliana Didone é uma artista completa e garante que topa qualquer desafio para viver um personagem. Por pouco o público não a verá com a cabeça raspada na nova novela da Rede Record, “Os Dez Mandamentos”, em que interpreta Leila, mulher determinada, que se divorcia do marido por brigas e discordâncias religiosas.

“Mãe de Bezalel (Luiz Felipe Mello) e mulher de Uri (Rafael Sardão), ela é movida pela fé. Leila não aceita que o esposo sirva ao Deus de Israel e aos deuses egípcios ao mesmo tempo. Uri queria que ela fosse morar no palácio, mas Leila resiste e os dois se separam. Ela se mantém firme, por mais que naquela época uma moça com ex-marido fosse mal vista. Leila só cede ao ficar longe do filho e, no, palácio encontra Yunet (Adriana Garambone), a vilã da história”, conta a atriz.

No palácio, Leila se depara com inúmeras dificuldades e passa pelo constrangimento de ter o cabelo cortado por Yunet. Juliana Didone afirma que só não abriu mão dos fios por decisão da autora da trama, Vivian de Oliveira. “Preferiram apostar na peruca, porque haverá uma passagem de tempo e não daria tempo para meu cabelo crescer. Pedi muito para cortar e não teria problema algum com a mudança. Uso duas perucas: corte “Joãozinho” e chanel.”

Como as mulheres da atualidade

Leila não carrega luxo em sua caracterização. “O figurino é bem simples, já que ela é uma mulher pobre. Não uso maquiagem, acessórios, nem unha pintada. Para mim, esta simplicidade é ótima, pois não sou muito preocupada com vaidade. Óbvio que gosto de usar um batom mais forte ou ir à manicure, mas acho linda a naturalidade da personagem.”

A atriz destaca que Leila representa as mulheres guerreiras da atualidade, por enfrentar situações e sentimentos reais. “A personagem é muito concreta. Mesmo sem marido, ela cuida do filho, da casa e vai à luta. Pensei muito nas mulheres do interior. Além disso, o texto contemporâneo fala sobre amor, ciúme e inveja.”

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