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Vampira da vida real

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28085_257424261051842_76181631_n-690x460Georgina Condon é uma maquiadora australiana que está sendo conhecida como vampira da era moderna.

A fama surgiu após ela ter relatado em entrevista a um site que bebe sangue e evita se expor ao sol. Ela tem o hábito desde os 12 anos, quando começou a se cortar e provar o próprio sangue. A maquiadora também suga o sangue do namorado (foto abaixo), direto de uma ferida. Ela se diz fascinada pelo sabor metálico e a textura do fluído, o que gera, de acordo com Georgina, um prazer similar ao sexo.

Ela passou a frequentar grupos de góticos e, para encarnar a personagem, também tornou os caninos mais pontudos, como os de um vampiro.

14390854_968952789898982_6568458408134235341_n-690x460A maquiadora ainda criou uma teoria sobre esse prazer, por sofrer de talassemia, uma condição hereditária que leva à anemia: “Porque os glóbulos brancos dominam os vermelhos, minha taxa de ferro é baixa. Então, adicionar glóbulos vermelhos de carne e, no meu caso, sangue, ajuda com a anemia. Isso poderia explicar em parte o meu desejo. Eu não sou cientista, mas essa tem sido a minha teoria”, explica. Ela também afirma ter dermatite solar e, por isso, há mais de 20 anos evita tomar sol.

“Sempre que sentia vontade provava um pouco de sangue”

Joana (nome fictício que daremos à nossa personagem) é uma jovem de 26 anos que, por cerca de 2 anos, viveu uma experiência parecida com a de Georgina. Dos 15 aos 17 anos de idade ela cultivou intensa atração por sangue. “Aos 15 anos comecei a me interessar pelo goticismo e tudo relacionado ao mundo obscuro. Também gostava muito de assistir a filmes e vídeos violentos. Quanto mais violência, morte e sangue o filme mostrava, melhor era”, lembra a jovem.

E não demorou muito para que ela quisesse, além de ver, provar. “Como já gostava de ver sangue nas cenas dos filmes, também tentava sentir o gosto sempre que tinha oportunidade. Aprendi a sugar o líquido do pulso, mesmo sem cortar. Dessa forma, sempre que sentia vontade provava um pouco de sangue”, diz. “O problema é que eu já tinha o hábito de me machucar quando passava por algum problema ou quando estava extremamente triste. Arrancava os meus cabelos, me batia e um dia resolvi me cortar. Foi outra forma que encontrei para continuar bebendo sangue.”

A prática era aliada a um estilo de vida regado a vícios, noites fora de casa e muitos problemas internos. “Eu era muito triste, complexada e não entendia por que sempre reagia aos problemas me machucando. Pensava que simplesmente tinha um estilo de vida diferente, até porque muitos amigos faziam o mesmo. Apesar de, nos momentos de curtição, ter a atenção de muita gente, me sentia sozinha e vazia”, conta.

Liberta da sede de sangue
thinkstockphotos-470478455-690x460A mãe de Joana já frequentava a Universal e apresentou a Força Jovem Universal a ela. “No grupo encontrei pessoas que souberam me ouvir sem me julgar. Mesmo que eu tivesse um estilo diferente, nunca fui tratada com preconceito. Por meio do grupo passei a participar das reuniões de libertação e entendi quem eram os responsáveis pelos meus problemas”, afirma.

Fazendo as correntes da Igreja e colocando a fé em ação, Joana se libertou dos vícios, do desejo de sangue e da automutilação. “Hoje entendo que essas atitudes são destrutivas, só nos fazem mal. Graças a Deus sou uma nova pessoa. Aprendi a me amar e a usar a fé para vencer os problemas.”

Se você tem passado por problemas espirituais, não consegue se libertar de algo que não lhe faz bem, compareça a uma reunião de libertação. Ela acontece todas as sextas-feiras, na Universal.

Fonte: universal.org

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