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Vitória olímpica comprova a força de um casal unido

Internacional |

vitoria-olimpica-casalDuas cenas relacionadas ganharam o mundo no último dia 7 de agosto.

Na primeira, a nadadora húngara Katinka Hosszu concluiu a prova dos 400 metros medley, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, muito à frente de suas concorrentes. Na segunda, um torcedor desesperado na arquibancada durante a disputa, que vibrou intensamente com a vitória de Katinka.

A primeira cena representa uma das maiores vitórias da história do esporte. Katinka nadou quase meio quilômetro em apenas 4 minutos, 26segundos e 36 centésimos. Dois segundos a menos do que o recorde mundial estabelecido 4 anos atrás, nas Olimpíadas de Londres, na Inglaterra.

Já o torcedor empolgado é Shane Tusup, esposo e treinador da nadadora. O nervosismo e a celebração de Tusup levou o mundo a elogiar a intensa união do casal, e o incentivo que ele dá a Katinka.

“Eu fico muito feliz de poder fazer parte disso”, afirmou ele após a prova. “Ajudá-la o tempo todo, estar sempre ao seu lado. É incrível. Eu vejo todo o trabalho duro dela dia a dia. Foi uma longa jornada.”

Katinka, por sua vez, dedicou a medalha de ouro conquistada ao esposo, que sempre a incentivou a buscar os seus objetivos.

casal-sucesso-olimpiadasA união faz a força

O caso de Katinka e Tusup demonstra o quão é poderosa a união de um casal. A sintonia entre eles rendeu à nadadora, de apenas 27 anos de idade, cinco recordes mundiais e três ouros olímpicos em 2016, além da felicidade matrimonial que o casal relata.

Para o escritor Renato Cardoso, autor do livro “Casamento Blindado”, se um casal se unir para vencer um problema, seja ele qual for, os dois tornar-se-ão muito mais fortes. Dessa maneira poderão buscar qualquer objetivo, seja ele dentro ou fora de casa.

“Quando o casal entende isso, que eles não são inimigos um do outro e sim parceiros, eles unem-se contra o problema”, explica o escritor, que conta a própria história como exemplo: “Eu achava que o problema era a Cristiane (esposa dele), e ela, eu. Quando separamos as coisas, foquei no fato de que eu a amava, mas odiava aquele problema. Então me uni a ela e ela a mim. Juntos, unimos forças e atacamos o problema sem dó. Parceria na busca da solução. Ficou mais fácil. Aí realmente pode-se dizer ‘dois contra um é covardia’. Nesse caso, não é covardia, é inteligência.

Quando o casal deixa que obstáculos atrapalhem a vida a dois, perde de vista o verdadeiro inimigo, seja ele o ciúme ou a dificuldade em obter um ouro olímpico. Como provam Katinka e Tusup, quando os dois unem-se e um conta com o apoio do outro, torna-se mais fácil vencer.

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