A tristeza que produz alegria

dom211Por que é que as pessoas não superaram a sua tristeza?

“A tristeza do arrependimento”… este foi o tema da reunião que aconteceu no último domingo (dia 21), às 9h30, no Templo Maior, em Lisboa, realizada pelo Bispo Júlio Freitas.

Todas as pessoas que chegam à Igreja, supostamente, vêm para buscar a alegria, já que Deus resolve os nossos problemas e realiza os nossos sonhos. Mas, segundo o Espírito Santo, no universo das pessoas que dizem crer em Deus, a maioria, são tristes… quando deveria ser o contrário.

E por que é que estas pessoas não superaram a sua tristeza? A tristeza, segundo o Espírito Santo, que produz a verdadeira alegria tem que ser sentida por todos, mas principalmente pelos que buscam a Deus com sinceridade, com humildade. Como assim? Deus quer que eu sinta tristeza? Sim, uma profunda tristeza. E que tristeza é essa? A tristeza que faz você superar o pior de todos os problemas, que é o espiritual, o problema da sua alma, é a tristeza do arrependimento. A tristeza de ter cometido o erro, de continuar na prática de coisas erradas, uma vez que conhece a Verdade.

“Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a Salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte.”

2 Coríntios 7.10

“A tristeza, segundo Deus, produz arrependimento para a Salvação. Quando as pessoas que conhecem a Verdade, buscam a Deus com sinceridade, com humildade, com perseverança, elas não mudam da noite para o dia, mas vão conhecendo a Verdade e libertando-se de sofismas, de tradições, de manias, de costumes. Contudo, se não se arrependerem profundamente, sinceramente, contra o pecado – seja a mentira, a prostituição, o roubo, a idolatria, a feitiçaria, a mágoa, o orgulho, a autossuficiência, a malícia, os maus olhos, a acomodação – que as separam de Deus, mesmo na igreja, ouvindo a Palavra de Deus, supostamente, buscando a Deus, estas pessoas vão continuar tristes”, afirmou o Bispo Júlio Freitas.

A alegria da cura, da prosperidade, da vida sentimental realizada, da família unida, do sucesso profissional, segundo o orador, não supera a alegria da Salvação. E aqueles que se acomodaram com estas alegrias, hoje, estão ainda tristes, apagados, angustiados. Estão na igreja, mas, infelizmente, tristes, porque não têm a alegria da Salvação. Contudo, essa alegria tem um preço: tristeza, acompanhada de uma palavra libertadora: arrependimento. A pessoa reconhece o seu erro, confessa, abandona e odeia o pecado, e passa a ter a alegria da Salvação, a certeza de que o seu nome está escrito no Livro da Vida e de que ele foi escrito com o Sangue do Senhor Jesus.

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1 comentário

catarina Responder 22 Junho, 2015 às 18:49

gracas a Deus! foi essa tristeza do arrependinmento e a alegria, a paz, a certeza de que Deus perdoou meus pecados que pude experimentar ontem na reuniao e apos batismo nas aguas. 🙂 Deus e maravilhoso, grande em misericordia 🙂 na fe 🙂