Centenas de livros foram oferecidos no “Dia do Presente”

filhos-universal-lisboaTodos nós gostamos de receber um presente e, ainda que por vezes não seja do nosso agrado, há que reconhecer a intenção e a boa vontade daquele que nos deu algo especial.

Depois deste presente, sentimo-nos na obrigação de retribuir, não que seja necessário, mas o ser humano tende a mostrar gratidão.

O projeto Filhos Universal, criado em janeiro de 2014, tem como principal objetivo apoiar os filhos dos bispos e pastores do Centro de Ajuda, para que estes superem diversos problemas, e com o que recebem, levem a outros a mesma oportunidade, resgatando os que estão afastados de Deus e fortalecendo aqueles que permanecem na Fé.

O Dia do Presente, foi realizado em Portugal pela primeira vez, em Lisboa, Porto e Portimão. A iniciativa consistiu na distribuição de cerca de 700 livros nas ruas, das respetivas localidades, pelos integrantes do projeto Filhos Universal.

Uma atitude diferente

A escolha da distribuição de livros com conteúdos de fortalecimento espiritual, não foi por acaso. O objetivo era, sobretudo, levar vida e uma nova oportunidade a todos aqueles que recebiam com um sorriso aquele presente que ia para além do conteúdo literário.

“Inicialmente, achei muito estranho, pois não é normal alguém parar-me na rua e oferecer-me algo, sem querer nada em troca. Mas fiquei muito agradecida, pois é a primeira vez que me acontece uma situação destas”, explicou uma das pessoas presenteadas pelos integrantes do projeto.

Pastores e bispos, também acompanharam a iniciativa e participaram da mesma, que acabou por ser uma surpresa.

“Achei essa iniciativa muito bonita, e fiquei muito admirado com alguns casos, como o de uma senhora que disse não ter nada para oferecer em troca e um dos integrantes, respondeu que bastava um sorriso! Naquele momento, os seus olhos encheram-se de lágrimas. Foi muito bonito!”, referiu o pastor Pedro Alvarenga.

Para os integrantes do projeto, foi mais do que dar um presente, foi sobretudo receber com a atitude tomada.

“Já nascemos a saber o que é o Sacrifício, pois temos feito isso até hoje devido à escolha dos nossos pais, o altar. Mas engana-se quem acha que somos perfeitos. Somos seres humanos e temos as nossas falhas e os nossos defeitos”, conclui um dos integrantes do projeto Filhos Universal.

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