Deus não se afasta de ninguém

22488188286_08e3ffef72_kVocê quer que primeiro Deus venha remir, libertar, reconstruir, transformar, a sua vida ou a sua alma?

No passado dia 25 de outubro, às 9h30, realizou-se no Templo Maior, em Lisboa, a reunião denominada de “O Dia da Direção”. A palestra foi ministrada pelo Bispo Júlio Freitas e estiveram presentes centenas de pessoas.

O Bispo deu início à reunião, determinando a cura e a libertação dos oprimidos, fazendo também questão de realizar uma oração especial para as famílias e para todos os casais presentes que, na frente do Altar, foram ungidos com o Óleo apresentado a Deus no Monte Hermom, o monte da Bênção.

Muitas pessoas caem em covas, mas como não são profundas, conseguem sair, cometem outros erros e voltam a cair. Contudo, chega um dia, em que não conseguem mais sair. Porquê? Porque a cova onde caíram é profunda. O que fazer, então? Invocar a Deus!

“Quando Deus vê que caímos numa cova profunda e não conseguimos sair, por meio de méritos, advogados, amigos, igrejas, religiões, Ele não tapa os ouvidos, mas ouve a nossa voz. Deus não ignora a nossa agonia, a nossa aflição, muito pelo contrário, Ele aproximasse-se de nós. Deus não se afasta de ninguém, são as pessoas que se afastam d’Ele! Você pode até ver, ouvir e sentir o contrário, mas não se deixe influenciar pelo que vê, ouve, ou sente, o que importa é o que Deus diz: ‘Não temas’”, exortou o orador.

E quando caímos numa cova profunda queremos que primeiro Deus venha remir, libertar, reconstruir, transformar, a nossa vida ou a nossa alma? A nossa vida!

“Deus não resolve o problema de fora para dentro, mas de dentro para fora. A causa da sua, da minha alma é mais importante. E qual é a causa da sua, da minha alma? A Salvação, estar bem com Deus. Se você está bem com Deus, ainda que a sua família, a sua vida económica não estejam bem, ainda que esteja a enfrentar muitas dificuldades, tudo isso será superado, porque Deus vai lutar pela sua alma. Então, a sua alma é salva e a sua vida livre!”, concluiu o Bispo.

“Da mais profunda cova, SENHOR, invoquei o Teu nome. Ouviste a minha voz; não escondas o ouvido aos meus lamentos, ao meu clamor. De mim te aproximaste no dia em que Te invoquei; disseste: Não temas. Pleiteaste, Senhor, a causa da minha alma, remiste a minha vida”.

(Lamentações 3.55-58)

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