O Dia Nacional do Combate ao Vício

combate_vicio_cdaAproximadamente, 2 mil pessoas compareceram ao encontro, em Lisboa

A dependência química não distingue classe social, credo ou cor. No ano passado, o Relatório Mundial sobre Drogas, divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostrou que cerca de 5% da população mundial, entre os 15 e os 64 anos, usa drogas ilícitas.

São pessoas que não possuem mais o controlo sobre a própria atitude e tornaram-se dependentes dos vícios para viver, colocando isso acima de tudo.

Conhecendo o tamanho deste problema, a Igreja Universal luta para libertar todas essas pessoas dos vícios – drogas, álcool, comida, jogos, prostituição, etc.

O Bispo Rogério Formigoni, responsável pelo “Tratamento da Cura dos Vícios”, está atualmente a viajar pela Europa para mostrar às pessoas que é possível libertarem-se desse mal. No dia 10 de abril, às 20 horas, em Lisboa, capital portuguesa, aproximadamente 2 mil pessoas, muitas no Centro de Ajuda pela primeira vez, participaram no encontro, demonstrando a vontade que a comunidade portuguesa tem de mudar a situação da sua sociedade.

Durante o encontro, o Bispo Formigoni explicou que uma pessoa é capaz de abandonar completamente os vícios quando decide entregar-se por inteiro a Deus, mencionando, ainda, a importância da Palavra para se alcançar a libertação total, e realizando orações por todos os que sofrem com esse mal.

“Temos provado que o vício tem cura, ao contrário do que diz a psiquiatria, as clínicas de reabilitação, que insistem em afirmar que o vício é uma doença incurável, progressiva e fatal. E nós temos provado que o vício tem cura, com factos”, afirmou o Bispo Formigoni.

A cura dos vícios é uma luta que, quando decidida a ser travada até ao fim, com disciplina e obediência, é vencida por cada pessoa que faz parte deste Tratamento. Todo o vício é um espírito, e todo o espírito pode ser arrancado, por isso, a cura é real!

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