O retrato de uma família feliz!

familia-templo-maiorVivem debaixo do mesmo teto, mas como perfeitos estranhos… não comunicam, não partilham, por vezes, em situações extremas, até se odeiam… este é o retrato dos milhares de famílias que vivem em território português

No decorrer do mês de agosto, não são poucas as famílias que têm sido retratadas no Quadro onde a transformação tem sido uma constante.

Afastamento, desunião, discussões frequentes, separação ou até divórcio… para um número crescente de famílias têm feito cada vez mais parte do passado, ao vermos subir pessoas ao Altar do Templo Maior que relatam a sua nova realidade no ambiente familiar, onde a felicidade, o amor, a união e a harmonia entre os seus membros são a única verdade que conhecem.

No passado domingo, dia 21 de agosto, no encontro que se inicia às 9h30, para além da oração pela família, estava ainda reservada uma consagração especial, a de todos os filhos. “Jamais, em momento algum, se torne um filho pródigo… jamais se afaste da Casa de Deus e da Sua presença, passe o que passar, enfrente o que enfrentar, tenha a luta que tiver, ouça o que ouvir… jamais permita que isso abale a sua fé ou o faça duvidar de Deus e muito menos se afastar d’Ele!”, referiu o bispo Carlos Rocha, dirigindo-se aos filhos que estavam no Altar prestes a receber a unção e a oração de intercessão por eles mesmos e pela família.

Em seguida, o orador refletiu sobre o que é, verdadeiramente, viver pela Fé: “é escutar uma coisa e contrariar, pois você acredita que o oposto irá acontecer! A Palavra de Deus refere que ‘muitas são as aflições do justo…’, ou seja, quem vive pela Fé também passa por aflições, e muitas delas nem sequer estão diretamente relacionadas a nós próprios, mas a familiares nossos que nos deixam aflitos, preocupados. Na verdade, só o facto de sabermos que a nossa família não está com Deus, já nos deixa preocupados.

Contudo, a Palavra também afirma ‘… mas o Senhor o livra de todas.’ E quando é que você fica livre da aflição? Quando o problema que o aflige é resolvido!” – disse o bispo, inferindo que a fé teórica nada resolve, e sim uma atitude que substancie a fé que afirmamos ter.

Família, cura, libertação, resolução dos problemas… para finalizar, o orador levou todos a meditarem sobre a sua Salvação, já que esta é a parte mais importante da sua vida.

Para o efeito, o bispo referiu a passagem presente em 1João, capítulo 2, versículo 15, onde o apóstolo nos adverte a não “amarmos” o mundo e tudo o que este nos oferece, já que esta proximidade apenas nos distanciará de Deus, tornando-se o maior obstáculo à nossa Salvação.

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