É possível ter sucesso no amor sem abrir mão da carreira?

Numa época em que o sexo feminino busca prioritariamente a formação e ascensão profissional para depois pensar em formar uma família, diferentemente do que ocorria há algumas décadas, hoje é comum encontrar mulheres na faixa dos 30 anos de idade, bem-sucedidas profissionalmente, porém, solteiras.

E é exatamente nesse estágio que ela se dá conta que existe uma lacuna na sua vida que precisa ser preenchida, a vida amorosa, uma vez que a principal meta da vida dela já foi alcançada. Ela percebe que toda independência financeira, formação acadêmica, títulos e qualificações conquistadas, embora tenham lhe proporcionado alguma satisfação, não trouxe a felicidade esperada. Em vez disso, ela se sente solitária e vazia, pois olha ao seu redor e vê que não tem com quem compartilhar suas alegrias e conquistas.

A apresentadora do programa “The Love School – a Escola do Amor”, Cristiane Cardoso, destaca que “a independência financeira de muitas mulheres as impedem de formar uma família – e quando têm família, são distantes de seus filhos e maridos.”

Para Renato Cardoso, marido de Cristiane e também apresentador do mesmo programa, o problema é que hoje as mulheres partem para a independência para provarem que não precisam de homem para sustentá-las. Pois, antigamente, eles tinham a visão de que bastava trazer dinheiro para casa para serem considerados bons maridos. “Os dois estão errados”, esclarece Renato. “O que faz um casamento feliz são coisas que não custam dinheiro: respeito, tempo, atenção, apreciação, perdão, sacrifício, fidelidade, carinho, entre outras atitudes”

É preciso entender que, embora homens e mulheres tenham direitos iguais – e é justo que tenham -, eles têm papéis diferentes, e saber exercê-los é crucial para serem felizes na vida amorosa.

Também é preciso que a mulher entenda e aceite que ela vai enfrentar algumas situações diferentes das que o homem enfrenta. Cristiane destaca alguma delas:

“A mulher que deixa para investir na vida amorosa depois que conquista estabilidade financeira, mas já atingiu a idade dos 30 ou 40 anos, terá um empasse: além do fato de ser mais difícil encontrar um homem solteiro nessa faixa etária e no mesmo patamar financeiro que o dela, e com intenções sérias de formar uma família, os poucos que têm, muitas vezes, procuram mulheres mais jovens. Com isso, ela opta por homens com menos recursos ou até mais jovens, e acaba tendo que assumir o papel de homem da casa, tomar todas as decisões, e, muitas vezes, até sustentá-lo. O resultado disso é um relacionamento infeliz.”

Ainda tem a questão da maternidade. Se ela deseja ter um filho se sentirá pressionada por conta do relógio biológico que já está com o prazo vencendo. E aí onde muitas acabam optando pela produção independente. Realizam-se como mãe, mas continuam frustradas no amor.

Muitas mulheres vivem uma contradição dentro de si: “Não querem depender do homem, são independentes, pagam suas contas, têm seus carros, mas, ao mesmo tempo, gostariam de ter o cuidado que um marido tem para com a sua esposa. Mas como, se elas são totalmente independentes deles? ”, questiona Cristiane.

Seja uma mulher sábia, invista na sua vida amorosa. Quando uma pessoa, independentemente do sexo, é feliz no amor, as chances de ser bem-sucedida nas demais áreas da vida dela é infinitamente maior.

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