Vigília da Bênção do Primogénito

vig_primO primogénito tem direito à Bênção de Deus, inclusive, o direito a ser a própria bênção

Na passada sexta-feira (dia 19), realizou-se, no Templo Maior, em Lisboa, a Vigília da Bênção do Primogénito, que teve início às 22 horas, e que foi transmitida por videoconferência para todo o país. A reunião foi realizada pelo Pastor Rogério Silva, responsável pelos Obreiros de Portugal, e contou ainda com a presença do Bispo Júlio Freitas, responsável pelo Trabalho Evangelístico do Centro de Ajuda na Europa.

A palavra primogénito significa, primeiro filho, o filho mais velho, que era quem tinha direito a tudo o que pertencia ao pai. Tudo o que era do pai passaria a ser do primogénito. Esse primogénito tinha direito à Bênção de Deus, inclusive, tinha o direito a ser a própria bênção.

“Quando é que Deus jurou abençoar Abraão? Quando ele subiu o Monte Moriá? Não! Quando ele levantou o cutelo para sacrificar o seu filho único, e Deus disse: ‘Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças’ (Gn 22.12)?Não, foi depois. Abraão fez 3 coisas: além de ter apresentado Isaque, de não o ter negado, ele também sacrificou o cordeiro que ali estava e ‘pôs Abraão por nome àquele lugar — O SENHOR Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá’ (Gn 22.14), foi, então, que: ‘Então, do céu bradou pela segunda vez o Anjo do SENHOR a Abraão e disse: Jurei, por Mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não Me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à Minha Voz’ (Gn. 22.15-18). Deus disse “jurei”, no passado, já que sabia que Abraão não ia negar Isaque, nem o cordeiro, que estava entre ele e o Altar, assim como nós também temos estado entre o Altar e os Sacrifícios. E aquele ÚNICO fez com que ele usasse a sua autoridade e desse o nome àquele lugar. Nós também temos que fazer o nosso Sacrifício, ir além e profetizar, falar aquilo que Deus quer fazer na nossa vida – algo extraordinário. Se tudo o que existe Deus trouxe à existência falando, então, imagine jurando. É por isso que o Sacrifício tem o poder de trazer à existência o que não existe”, afirmou o Bispo Júlio Freitas.

Deus pediu a Abraão a sua dependência total e ele não pensou duas vezes, não mediu esforços, foi para o Altar do Sacrifício, e, hoje, é chamado de “pai da Fé”.

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