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O poder do sacrifício

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A vida de um ser humano é feita de atos de sacrifício, desde o início até ao último momento de vida, mas a maioria das pessoas prefere as facilidades.

A vida, em todos os seus aspetos, é feita de sacrifícios, sejam eles quando a pessoa escolhe ser um bom aluno na escola ou ser apenas mais um entre tantos outros; seja quando sacrifica anos da sua vida para tirar uma licenciatura; seja quando decide constituir uma família e sacrificar a sua vida de solteiro e todos os hábitos a ela associados…

Mas os sacrifícios não ficam por aqui. Quando a pessoa faz as suas escolhas profissionais também tem de fazer alguns sacrifícios.

O agricultor, por exemplo, tem de sacrificar a semente para colher o fruto.

Mas em todos os sacrifícios que são feitos ao longo da vida e no momento que têm de ser feitos, ninguém vê o resultado imediato, mas todas as pessoas os fazem visando um bem muito maior.

Quando olhamos para uma pessoa bem sucedida, imediatamente é colocada uma pergunta: ‘mas o que ela fez para ter chegado a este ponto?’ Depois surgem muitos pensamentos que tentam justificar as conquistas.

A verdade é que só vence na vida quem sacrifica, e as conquistas de cada um surgem na medida dos seus próprios sacrifícios, pois estes definem sempre o destino.

Contudo, o caminho não é fácil, pressupõe muitas dificuldades, e só mesmo as pessoas que estão imbuídas de um espírito de conquista são capazes de levar o sacrifício até à conquista desejada.

Caminho fácil

Nos tempos que correm, são transmitidas ideias de que tudo pode ser alcançado com o menor esforço, e de uma forma natural. Quantas vezes ouviu a expressão: ‘o que é meu a mim virá ter’?

Começou a cultivar-se um espírito de comodismo, segundo o qual a pessoa não necessita de sacrificar, pois alguém vai fazer alguma coisa para mudar o rumo da situação.

Enfim, parece que o mundo vive da rapidez de tudo.

Por este motivo, o segmento da população mais jovem acaba por aceitar o que a vida lhes dá, sem lutar, pois não existe um espírito de inconformismo, mas sim de conformismo, uma vez que, é muito mais simples acompanhar e seguir a corrente, do que seguir no sentido contrário.

Na verdade, nada do que é fácil é compensador, pois não traz consigo a satisfação da conquista mas, pior do que isso, cria uma mentalidade pequena e fácil de ser dominada e controlada.

Com informações de: Folha de Portugal

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