“Não há Desculpas!” na Pontinha e na Póvoa

NaoHaDesculpas-PontinhaPovoa

Na Reunião de Resgate, realizada no passado domingo, dia 3 de julho, às 9h30, na sede regional do Centro de Ajuda na Pontinha e, às 16 horas, na sede regional na Póvoa de Santo Adrião, o Pastor Rogério Silva, responsável pelo trabalho de apoio aos Obreiros e Obreiras de Portugal Continental e Ilhas, falou sobre a importância de nos mantermos “acesos”, como uma brasa viva.

Fogueira

“Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar…”

(Isaías 6.6)

O orador referiu que o profeta Isaías recebia de um anjo as brasas vivas, que retirava do altar, provando assim que no altar existem brasas vivas. Por isso, todo aquele que entrega e mantém a sua vida no altar mantém a brasa viva dentro de si.

O Serafim voava e retirava brasas vivas do altar e levava-as ao profeta Isaías, ou seja, espiritualmente falando, estas brasas eram introduzidas no seu interior para o manter vivo, aceso espiritualmente.

“A Igreja representa uma Fogueira e se nós estamos dentro da Igreja, estando ali em oração, ouvindo e praticando a Palavra de Deus, trabalhando para Ele através da evangelização, dando sempre a nossa vida para a Sua Obra, isso representa a chama acesa, a brasa viva” explicou o orador.

Pedra vs brasa

Quando uma pessoa deixa de estar bem espiritualmente, de meditar e refletir na Palavra de Deus e sente a sua Fé arrefecer, então, torna-se uma pedra de carvão. E todos sabemos que dentro de um saco onde existem muitas pedras de carvão, nem todas serão aproveitadas. Existem pedras que não acendem mais e que serão deitadas fora.

“Existem cristãos que já foram uma brasa viva, mas que esfriaram, arrefeceram e se tornaram numa pedra de carvão, passando a ser pontapeados pela sociedade. Então, você, que está na Reunião de Resgate, não seja jamais como uma pedra de carvão, mas sim como uma brasa viva, uma brasa acesa pelo poder de Deus e pela presença do Espírito Santo”, enfatizou o orador.

“Não se afaste jamais da Fogueira, porque quem se afasta apaga-se e acaba por arrefecer na Fé. Seja sempre esta brasa viva, esta chama acesa”, concluiu o Pastor.

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