Suicídio Não!

No mundo, todos os anos perto de 800 mil pessoas tiram a própria vida e Portugal também tem ajudado a engrossar este número

Originária do latim sui (próprio) e caedere (matar), a palavra “suicídio” refere o ato intencional de se matar a si mesmo. Entre os motivos mais comuns para a reflexão e prática de tal ato encontram-se os problemas mentais, tais como a depressão, o transtorno bipolar, a esquizofrenia… e o consumo abusivo de drogas e de álcool.

As dificuldades financeiras (como o desemprego…), emocionais (como a separação…) e/ou familiares (como as discussões…) também podem vir a desempenhar um papel determinante em tal decisão.

    • suicidio_9.6%

é a taxa de suicídio em Portugal por cada 100 mil habitantes

  • 1 em cada 5

    suicídios é motivado pelo desemprego

  • 60.1%

    são homens, com 75 anos ou mais. À medida que a idade avança sobe também a taxa de suicídio

  • 45 mil

    pessoas todos os anos põem fim à própria vida, por motivos económicos

  • 15.5%

    de suícidios por cada 100 mil habitantes são homens

paloma_suicidioTinha medo de mim mesma!”

“Era uma jovem frustrada, depressiva e tinha pensamentos suicidas. Tentei suicidar-me por três vezes, atirando-me da janela, cortando os pulsos e atirando-me para a frente de um carro. Eu não sabia valorizar-me a mim própria!

Tudo começou quando conheci um rapaz por quem me apaixonei e a quem me entreguei totalmente. Mas ele traía-me, não me valorizava, enfim, não gostava de mim da mesma forma que eu gostava dele. Tudo isso fez com que eu começasse a sentir-me feia e gorda e pensasse que a culpa de tudo aquilo estar a acontecer era minha.

Pensava que ninguém me queria! E aí começaram a surgir os pensamentos de que não estava aqui a fazer nada e que seria melhor acabar com tudo.

Quando conheci o Centro de Ajuda, eu tinha medo de mim mesma! Mas, aos poucos, fui descobrindo a minha Fé e a minha força. Hoje, sou casada, amada e compreendida pelo meu esposo, e para quem antes não queria viver, hoje tenho prazer em viver!”

Paloma Lopes

lisboa_suicidioPortugal

Em 2014, 1.218 portugueses suicidaram-se, o que representa um aumento de 16% face ao ano anterior. No total, 920 homens decidiram acabar com a própria vida, contra 298 mulheres.

Fatores de risco

  • Depressão, esquizofrenia e distúrbios mentais
  • Alcoolismo e toxicodependência
  • Distúrbios alimentares
  • Morte do cônjuge ou de amigos próximos
  • Doenças de prognóstico reservado (HIV, cancro, etc.)
  • Separação, divórcio ou viuvez
  • Ausência de projetos de vida
  • Culpabilidade elevada
  • Perdas precoces de pais, irmãos, cônjuge e/ou filhos
  • Desesperança contínua e acentuada
  • Desemprego
  • Falta de apoio familiar e/ou social
  • Acesso fácil a agentes letais (armas, pesticidas…)
  • Prisão

tiro_suicidio“Apontei uma arma à cabeça”

“Estava num casamento destruído, onde era alvo de violência doméstica, por isso, fiquei depressiva. Desesperada com as constantes agressões, pensava que a única saída era a morte! Cheguei a ficar, durante vários minutos, com uma arma apontada à cabeça e, noutra ocasião, estava determinada a tomar comprimidos. Mas, no Centro de Ajuda, alcancei a liberdade!”
Anabela Sousa

JANELA_SUICIDIO“Tentei atirar-me da janela”

“Vivia num lar conturbado, onde só havia discussões, confusões e falta de comunicação. Tinha vários complexos e pensava que eu não servia para nada! Por isso, achava que a melhor solução seria a morte. Tentei por, diversas vezes, atirar-me da janela do apartamento onde morava e tinha desejo de cortar os pulsos. Depois de conhecer o CdA, posso dizer que sou uma mulher livre!”
Catarina Carvalho

lixivia-suicidio“Bebi lixívia”

“Estava grávida e o meu marido vivia na noite, não me dando nenhuma atenção. Por causa disso, pensava que não valia a pena viver! Tentei o suicídio bebendo lixívia. Fui levada para o hospital e, graças a Deus, eu e o bebé sobrevivemos. No Centro de Ajuda fui liberta e descobri a razão de viver.”
Filomena Gonçalves

Colocar um ponto final

Abandonar os pensamentos suicidas depende, em primeiro lugar, da própria pessoa. Mas se esta está a atravessar uma fase depressiva e vive rodeada de problemas, como poderá dizer “não”? Buscando ajuda em Quem deu a Própria Vida para que a Humanidade fosse salva!

E é para ajudar quem se encontra à beira do abismo e mostrar-lhe que existe uma luz ao fundo do túnel, que o Bispo Júlio Freitas estará a realizar uma reunião especial no mês de abril.

Liberte-se da depressão, dos problemas e das ideias suicidas e venha viver a vida realizada, verdadeiramente feliz e completa que você tanto deseja!

Participe deste encontro especial, domingo, dia 17 de abril, às 9h30

Templo Maior
Rua Dr. José Espírito Santo 36
Marvila, Lisboa

E em todos os Centros de Ajuda do país

Veja relatos de quem ja superou: